2009/03/18

O Corte Inglês!

Olá!
Hoje fui almoçar ao El Corte Inglês. Por isso resolvi dedicar a minha pequena rubrica do dia a este local que se tornou emblemático, na cidade de Lisboa, desde a sua abertura em 2001.
E após ter visto, mais uma vez, a vida que por ali se inala, é quase uma obrigação não me esquecer de falar nesta loja que fica localizada entre as Avenidas António Augusto de Aguiar, Marquês da Fronteira e Sidónio Pais, e antes que alguma vez me venha a esquecer, aqui fica!
Esta loja é composta por 13 pisos, começando pelo -4 até ao -2 com estacionamentos, e continuando pelo -1 e até ao 7, onde se pode encontrar todo o tipo de produtos comercializáveis. Todas as secções estão muito bem organizadas, e todos os empregados bastante prestáveis (demais até).
Na Semi-cave (um dos pisos que fica entre o -1 e o 0), podemos encontrar o supermercado assim como variadíssimos pontos de pronto a comer, sopas, pizzas, sumos e batidos, gelados, etc. E ainda podemos assistir a vários filmes nas suas salas de cinema espectaculares.
O El Corte Inglês está situado numa zona de Lisboa onde trabalham, estudam e vivem imensas pessoas. Tem uma circulação pedonal intensa, nomeadamente durante os dias úteis da semana. Como tal, pelos seus corredores e pisos, respira-se pessoas, conversas, olhares, alegria, e principalmente, e muito importante, juventude.
O que torna o El Corte Inglês uma atracção imperdível é a quantidade de jovens que por ali passam todos os dias.
Qualquer pessoa se sente bem viva, quando se senta ao pé de caras joviais, e há uma tendência positiva para libertar o espírito, um aliviar de todo o stress acumulado ou do trabalho, ou das aulas, ou das visitas árduas à cidade (no caso dos turistas).
É um sitio agradável durante o dia, mas também para tirar o maior proveito possível do que o mundo El Corte Inglês nos proporciona à noite, até às 23h30 – hora do fecho (excepto para os cinéfilos).

Aconselho vivamente a conhecer este edifício magnifico de linhas arquitectónicas modernas (para quem não conhece) e a visita-lo regularmente, pois acaba por ser como que um íman que nos puxa intensamente.
Se a vontade de ir de carro não for grande, existe uma estação de Metro com acesso subterrâneo e directo ao edifício. A estação é a de São Sebastião.
Carpe Lisboa!

2009/03/17

Apita o Comboio…

Olá!

Tema do dia: viagem de comboio no percurso Lisboa-Sintra e vice-versa.

Quem trabalha no centro de Lisboa e reside no enorme aglomerado habitacional que atravessa os Concelhos de Lisboa e Sintra, sabe bem o que é andar de comboio na linha de Sintra.
Ao contrário do que possam pensar, não vou falar mal nem criticar negativamente esta pequena romaria de cerca 40 minutos. Antes pelo contrário.

Este é o transporte ideal para quem o utiliza de casa para o trabalho e do trabalho para casa, mas também é um excelente meio de transporte para os turistas de Lisboa que querem passar um dia agradável em Sintra, ou para os turistas que estão em Sintra e querem visitar Lisboa.

Para quem não gosta de andar de comboio, e faz o percurso diário de carro pelo famosíssimo IC19 apenas por prazer ou por comodidade, quero só deixar aqui uma nota: os comboios andam semi-vazios, a probabilidade de se viajar sentado é elevada (principalmente para quem inicia o trajecto a partir de Mira-Sintra/Meleças ou Cacém, e durante as horas de ponta (manhã e tarde) nos dias úteis, há comboios de 5 em 5 minutos (média).

Por experiência própria, para além das razões enumeradas acima, também faço questão de salientar outros argumentos:
- O tempo de viagem de comboio é inferior ao do carro. Por exemplo: num dia muito mau pode-se demorar 2 horas a chegar à capital;
- O comboio torna-se confortável, pois durante o período da circulação podemos ouvir musica tranquilamente, podemos saborear as palavras escritas de um bom livro, ou até podemos tirar uma mini-soneca ou rir das conversas dos vizinhos do lado;
- Ao tirarmos partido desta comodidade, chegamos ao nosso destino em paz, sem o stress que uma viagem de automóvel nos daria seguramente;
- Chegando ao nosso destino, não precisamos de estacionar o comboio, nem é necessário colocar a moedita no parquímetro. Com carro? É mais uns largos minutos à procura de um lugar para deixar o rodinhas parado, e fazer contas à vida, ou melhor, aos trocos inevitáveis que os Srs. Parquimetros nos obrigam a debitar nas suas ranhuras. No final do mês queixamo-nos pois claro.

Nos últimos anos tem havido uma melhoria significativa nas estações, com as vastas obras que se vão fazendo. Demoram muito tempo a estarem prontas mas acabam por dar uma qualidade aos utentes superior à anterior.
Só tenho pena que hajam estações que já deveriam estar prontas há anos, e até são das mais importantes dado o volume de passageiros que usufruem das ditas. Refiro-me às estações do Cacém e de Barcarena. Lá teremos que esperar mais um pouco por melhores condições.

E perguntam: então e a segurança?
Desculpas!!! Se é pela segurança, então não saímos de casa, e mesmo assim, arriscamos a levar com um avião em cima ou haver um incêndio, ou uma inundação…
Tenho visto que ao nível da segurança, também estamos com sorte, pois tem-se notado uma crescente pacificidade fruto de uma presença cada vez mais intensa e mais profissional da polícia, assim como a vigilância que é feita, dentro dos comboios e nas estações, por várias câmaras de filmar. É o actual mundo “Big Brother” a funcionar.

Se conseguiram ler tudo até aqui…parabéns! É sinal que gostam do meu blá blá blá, e que são uns excelentes leitores e também uns admiráveis críticos da minha página.

Andem de comboio! Andem na linha de Sintra! Visitem mais Lisboa de comboio! Vão até Sintra de comboio!

Carpe Lisboa!

2009/03/16

Sentir Sintra!





Olá!
Bem vindos ao local mais paradisíaco do Universo.
Eu tenho o direito de dar esta minha opinião, porque de toda a Terra que já pisei, nunca vi tanta magia por m². É um encanto andar pela vila e pelas suas ruas, atravessar os seus jardins e parques, entregar-nos às fantasias vibrantes dos seus palácios, sentir a energia cósmica do seu eminente castelo, deliciar-nos com os variados prazeres gastronómicos…ai ai (suspiro).
Poderia estar aqui um tempo ilimitado a adjectivar Sintra. Podemos invocar Sintra como um dos pulmões de Lisboa (o outro será o Parque Florestal de Monsanto).
Em Sintra respira-se natureza, admira-se a paisagem com a sua exuberância de flora e fauna, sente-se a vivência das pessoas, vivem-se os segredos e os mistérios em cada recanto ou em cada manhã de nevoeiro…ai ai (mais um suspiro).
Sintra é um anseio, é um regalo para os olhos, é um desenho feito pelos deuses do Olimpo, é um sonho verdadeiro e real.
O paraíso existe! Sintra existe!


Carpe Sintra! Carpe Lisboa!

2009/03/15

Porquê Lisboa?



Olá!
O que responder a esta questão? Poderia dizer o quão difícil é encontrar respostas, mas na verdade é bastante fácil porque Lisboa tem tanto, que o mais difícil é mesmo por onde começar.
Após meditar profundamente, decidi começar a minha viagem por duas das 7 maravilhas de Portugal, o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém.
O Mosteiro dos Jerónimos é um monumento situado à entrada do rio Tejo num local de uma beleza impar – Belém. Ficou completamente construído em 1544, em estilo manuelino, tendo sido encomendado pelo rei D. Manuel I, O Venturoso. Esta é uma grandiosidade que vale sempre a pena visitar, não apenas uma mas várias vezes, porque os seus quase 500 anos de história têm sempre algo de novo para contar.
Conseguiu resistir ao terramoto de 1755, mas não conseguiu resistir aos ataques das tropas francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX, tendo ficado um pouco danificado. Apesar disso, é de uma beleza arquitectónica de deixar qualquer um pasmado e muito importante, culturalmente, para a cidade e para o país.
A Torre de Belém, em primeiro lugar, é classificada Património Mundial pela Unesco. Isto diz muito da relevância deste monumento, cuja construção ficou concluída em 1520. Tal como os Jerónimos, a construção desta fortaleza foi ordenada pelo formoso e nobre rei D. Manuel I – bem-haja.
A história diz-nos que esta obra esteve inserida, ao princípio, num plano defensivo, tendo servido ao longo dos tempos como posto de sinalização telegráfico, farol e até como prisão de políticos que eram lançados para as suas masmorras.
É um monumento que, ao entrarmos, podemos nos sentir a atravessar os séculos e podemos nos imaginar a desempenhar um labirinto de papéis, como se actuássemos num palco de teatro, e atravessássemos esses corredores históricos como protagonistas.
Ora aqui ficam dois prodígios da cultura lisboeta, duas maravilhas de Portugal, que ficam muito perto uma da outra, numa zona deslumbrante – Belém – e espero sinceramente contribuir para alumiar a vossa vontade de visitarem ou revisitarem estes dois encantos históricos.
Carpe Lisboa!




2009/03/14

Apresentação

Olá!
Ora aqui está um Blog novo. Ou será mais correcto dizer…uma aventura nova.
Serve este novo rebento da Internet para poder revelar segredos, mistérios, e afins, não apenas de uma grande cidade, mas de um grande distrito, de uma grande região, que já conta com milhares de anos, desde que por estas paragens habitaram os povos Iberos, passando por fenícios, celtas, árabes entre outros.
Em 1147 Lisboa passa a fazer parte do reino de Portugal passando a ser capital em 1255 muito por causa de ter uma localização estratégica excelente.
Com milénios de história, podemos imaginar a quantidade de lendas, memórias, relatos, crónicas e aventuras que chegaram até aos nossos dias. Muito há por contar e por mostrar.
Espero contribuir para que os apaixonados por Lisboa fiquem ainda mais admirados pelo que esta cidade e toda esta região pode oferecer, e para todos os que ainda não conhecem esta vasta urbe, que fiquem entusiasmados e ansiosos por poder conhecer este belo museu “a céu aberto”.
É um prazer para mim observar e poder contar, e um privilégio conhecer e poder partilhar.
É um orgulho poder aqui estar e convosco viver Lisboa.
Carpe Lisboa!